José Márcio Viezzi Molfi cresceu em uma família que apreciava arte. Desde criança, ele desenvolveu o gosto pelos livros que tratam do assunto. Contudo, formou-se em Economia pela Unicamp. Recém-formado, começou a trabalhar numa multinacional francesa que o levou a estudar em Paris. Ficou hospedado numa casa no bairro de Montmartre, de onde apreciava as torres da Basílica de Sacré Couer enquanto tomava café da manhã. Rapidamente, identificou-se com a cidade. Para ele, Paris possui uma beleza inspiradora, uma beleza que leva as pessoas a serem um flâneur, ou seja, sair sem destino e se deparar com uma cidade que te convida a andar. Seu gosto pela arte foi exarcebado por Paris.

Ao regressar ao Brasil, Márcio deixou a multinacional e começou a trabalhar numa casa de leilões para gerenciá-la. Começou a estabelecer uma relação mais sólida com a arte e antiguidades. Gostava da biblioteca da empresa e das pessoas com as quais conversava. Depois de três anos, em 1995, saiu da casa de leilões para abrir seu antiquário. Essa decisão foi tomada com apenas 27 anos.

Seu antiquário estava localizado na cidade de São José do Rio Pardo, instalado no casarão que havia pertencido à sua avó. Diversificado, o primeiro piso era dedicado ao design contemporâneo, e o segundo piso, às antiguidades. Posteriormente, foi sócio em uma casa de leilões com sua irmã, a leiloeira oficial Milu Molfi, e abriu uma loja em São Paulo dedicada exclusivamente às antiguidades.

Para aprofundar-se no tema, passou a ler livros sobre antiguidades, muitos deles em inglês, francês e espanhol. Cursou Pós-Graduação em Arte e Cultura Contemporânea pela Escola de Comunicações e Artes da USP, ECA-USP, e Museologia pelo Museu de Arte Contemporânea da USP, MAC-USP. Para Márcio, um bom antiquário está sempre estudando, aprendendo.

Márcio é um antiquário clássico. Ele gosta do universo das antiguidades como um todo, possuindo um pouco de tudo e sabendo tudo o que tem: mobiliário dos séculos XVIII e XIX; quadros acadêmicos, modernos e contemporâneos; prataria, esculturas e vidros artísticos; porcelanas até 1950, destacando-se as européias e asiáticas (japonesas, chinesas e coreanas). O que lhe chama a atenção em uma peça é a qualidade e especificidade. Para Márcio, tão importante quanto uma antiguidade ter uma história interessante, é ela ter um valor artístico intrínseco. Nesse caso, o tempo acaba sendo um adendo. Além do valor artístico e estético, uma peça representa um momento histórico dentro de um conceito social, cultural e educacional.

A VM Escritório de Arte trabalha com a comercialização de obras de arte e antiguidades; pesquisa, catalogação, avaliação e gestão de acervos; consultoria em “art investment” para colecionadores e instituições públicas e privadas; realização de exposições e leilões de arte e antiguidades, e assessoria em serviços de restauração.

 

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VM Escritório de Arte

José Márcio Viezzi Molfi

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