Objets Interdits é um galeria de Paris especializada em arte tribal e antiguidades etnográficas. Ela foi fundada por Vilma Laroche.

Também conhecida como “Le Petit Branly”, a galeria está localizada no Mercado das Pulgas de Paris, “Marché aux Puces”, sétimo lugar mais visitado da capital francesa. Na galeria também são encontradas obras de arte contemporânea feitas pelo artista plástico Jean-Marc Laroche.

Segundo Vilma, os objetos de arte tribal mais procurados foram feitos até a Década de 1930 e, em alguns casos, até a Década de 1950. O que lhe chama a atenção nesses objetos são as formas e o grafismo que inspiraram artistas como Picasso, Giacometti, Matisse e tantos outros. Esses objetos, que no passado foram abandonados, roubados ou simplesmente dados, hoje estão nos acervos de renomadas coleções particulares espalhadas pelo mundo e em destacados museus como o British Museum em Londres, Moma em Nova York, Musée du Quai Branly em Paris, e no Museu Afro Brasil em São Paulo.

 

ENGLISH VERSION

 

Vilma e as antiguidades etnográficas

Vilma Laroche se formou em Jornalismo. Em 1985, mudou-se para a Itália para estudar. Em paralelo, começou a trabalhar numa empresa que organizava feiras internacionais de artesanato em Milão. O dono desse empresa era colecionador de objetos etnográficos, possuindo peças peruanas, colombianas e pré-colombianas. Esse foi o primeiro contato de Vilma com a etnografia.

 

Mudou-se para a França em 1988 e continuou a trabalhar com a comercialização de artesanatos.

 

Foi em 1996 que Vilma viu pela primeira vez objetos de arte da cultura Dogon, proveniente de Mali, país localizado na África. Ficou fascinada. Como já estava acompanhando a abertura de espaço para objetos etnográficos nas galerias de arte e antiquários dos Estados Unidos e da Europa, Vilma tomou a decisão de começar a trabalhar com eles. Posteriormente, ela fundaria a Objets Interdits. Para entender melhor o que já havia se tornado uma paixão, ela começou a estudar Arte Africana na Escola do Louvre, ligada ao Museu do Louvre (“École du Louvre”).

 

A Coleção de objetos etnográficos de Vilma

Vilma também coleciona objetos etnográficos há mais de 20 anos. Nos últimos 10 anos, ela passou a se dedicar aos objetos etnográficos femininos africanos como esculturas e máscaras.

 

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Máscara de cabeça Cimier (masculina) – Tiwara Bambara – País: Mali

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Máscaras Elefante Bamiléké – País: Camarões

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Máscara Plancha Bedu, Nafana – Países: Costa do Marfim e Gana

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Máscara Grebo – País: Costa do Marim

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Cavaleiro Dogon – País: Mali

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Escudo Amaro de pele de búfalo – País: Etiópia

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Relicário Peixe Bonito – País: Ilhas Salomão

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Conjunto de máscaras funerárias – Países: Gabão, Nigéria e Congo

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Máscara de ombro Nimba, Baga – País: Guiné

 

 

Objets Interdits
Vilma Laroche
Marché aux Puces de Paris Saint-Quen, Metro Porte de Clignancourt (Linha 4)
Marché Vernaison – 99, Rue des Rosiers, Allée nº 1, Stand 10, Saint-Quen
A Galeria Objets Interdits funciona nos sábados e domingos das 10h às 18h. Nas segundas-feiras o atendimento é feito mediante horário marcado.
Telefones:  +331 6 19 57 92 16 (celular com Whatsapp)
E-mail: larochevilma@orange.fr

 

 


OBJETS INTERDITS: ETHNOGRAPHIC ANTIQUES

Objets Interdits is a Parisian gallery specialized in tribal art and ethnographic antiquities. It was founded by Vilma Laroche.

Also known as “Le Petit Branly”, the gallery is located in the Flea Market in Paris, “Marché aux Puces”, the seventh most visited place in the French capital. In the gallery are also found works of contemporary art made by the artist Jean-Marc Laroche.

According to Vilma, the most sought-after tribal art objects were made until the 1930s and, in some cases, until the 1950s. What draws attention to these objects are the forms and graphics that inspired artists such as Picasso, Giacometti , Matisse and many others. These objects, which in the past were abandoned, stolen or simply given, are today in the collections of renowned private collections scattered throughout the world and in prominent museums such as the British Museum in London, Moma in New York, Musée du Quai Branly in Paris, and Afro Brasil Museum in São Paulo.

 

Vilma and the ethnographic antiquities

Vilma Laroche graduated in Journalism. In 1985, she moved to Italy to continue the studies. In parallel, she began to work in a company that organized international handicraft fairs in Milan. The company’s owner was a collector of ethnographic objects as Peruvian, Colombian and pre-Columbian pieces. This was Vilma’s first contact with ethnography.

 

In 1988, she moved to France and continued to work with the trade of handicrafts.

 

It was in 1996 that Vilma saw for the first time works of art of the Dogon culture, from Mali, Africa. She was fascinated. As she was already accompanying the opening of space for ethnographic objects in the art galleries and antique shops from the United States and Europe, Vilma made the decision to start to work with them. To better understand what had already become a passion, she began to study African Art at the Louvre School, linked to the Louvre Museum (“École du Louvre”).

 

Vilma’s Collection of Ethnographic Objects

Vilma has also been collecting ethnographic objects for more than 20 years. Over the past 10 years, she is collecting African feminine ethnographic objects such as sculptures and masks.

 

 

Objets Interdits
Vilma Laroche
Marché aux Puces de Paris Saint-Quen, Metro Porte de Clignancourt (Linha 4)
Marché Vernaison – 99, Rue des Rosiers, Allée nº 1, Stand 10, Saint-Quen
The Objets Interdits Gallery works on saturdays and mondays from 10am to 6pm. On mondays, visits only by appointment.
Phone number:  +331 6 19 57 92 16 (celular com Whatsapp)
E-mail: larochevilma@orange.fr